Se há uma palavra do ano, uma figura do ano e um destino do ano, poderá existir um desporto do ano? Nos anos mais recentes, o padel assumiu-se como o desporto que mais cresceu, em termos mediáticos e de adesão de novos atletas, profissionais e amadores.
Aparentemente, a prática é fácil: basta juntar um grupo de amigos, agrupar a pares, pegar nas raquetes e jogar uma partida num campo em muito diferentes dos recintos de ténis: mais pequeno, mais confortável, em recinto fechado e com regras mais específicas.
João Caiano entrou agora na classe sénior deste desporto. Começou por ser uma jovem promessa da modalidade, fez o caminho por entre campos e pares diferentes, até ser chamado à seleção nacional de padel e competir com o Porto (e o país) ao peito.
Divide, atualmente, a sua vida entre o Porto e Madrid, onde passa grande parte das semanas. A capital espanhola é hoje, considerada o “oásis” dos praticantes desta modalidade, com uma disciplina mais apertada, um horizonte mais longínquo, oportunidades que surgem mais facilmente.
João criou uma rotina entre Madrid e o Porto. Não consegue escolher entre as duas cidades. Uma dá-lhe o futuro. Mas a outra, a do coração, traz colada as memórias e os momentos felizes que o tornaram um dos nomes de futuro na prática do padel.