O coreógrafo é um de dez artistas distinguidos com o Chanel Next Prize 2026, um prémio internacional atribuído pela Fondation CHANEL que reconhece criadores de diversas áreas artísticas cujo trabalho se destaca pela inovação, impacto cultural e potencial de desenvolvimento a longo prazo.
A colaboração de Marco da Silva Ferreira com o TMP remonta a janeiro de 2017, com a estreia de “Brother”, uma coprodução TMP, no âmbito do 87.º Aniversário do Rivoli, e, no mesmo ano, ainda com “Em Surdina”, cocriado com Filipe Lopes, igualmente em estreia.
Nas temporadas 2017/2018 e 2018/2019, Marco da Silva Ferreira, juntamente com Jorge Andrade (mala voadora), foi artista associado do Teatro Municipal do Porto, período durante o qual a instituição acompanhou de forma estruturada e atenta o seu percurso artístico.
Em 2019, estreia “Bisonte” no Teatro Campo Alegre, também em coprodução com o TMP.
Em 2022, abre a temporada com a apresentação de “førma Inførma”, uma peça criada para a companhia sul-africana Via Katlehong, em estreia nacional.

Segue-se “C A R C A Ç A”, igualmente em estreia e coprodução, na mesma temporada — e que ainda se encontra em circulação internacional.
Em 2024, o coreógrafo integrou a programação do DDD – Festival Dias da Dança com “Salão Pavão”, apresentado no TMP Café - Rivoli, após ter estreado no LUX Frágil. Mais recentemente, em dezembro de 2025, regressou ao Rivoli com o seu mais recente trabalho, “F*cking Future”, em estreia nacional.
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O trabalho coreográfico de Marco da Silva Ferreira assenta, maioritariamente, na exploração de fisicalidade extrema, intensidade coletiva e investigação do corpo como lugar de experiência emocional e social, explorando temáticas como identidade e memória.
O percurso do coreógrafo tem sido marcado por uma colaboração próxima e contínua com o TMP, agora amplamente reconhecida com a atribuição do Chanel Next Prize 2026.