29/06/2026

A programação própria do Cultura em Expansão continua a promover o encontro entre público e artistas em diferentes espaços da cidade no próximo mês.

 

A 19 de julho, a estrutura artística Frenesim ocupa o Matadouro – Centro Cultural do Porto para apresentar um concerto-performance para “coro não-coral” e música eletrónica.

 

Num percurso pelo interior do espaço, que inclui várias paragens, o coro apresenta-se como um exercício conceptual e uma experiência de coexistência: onde diferentes corpos, timbres, línguas e subjetividades se articulam num gesto coletivo.

 

Alguns dias depois, o Parque Oriental do Porto é o ponto de encontro para um Pic-Nic Melancólico. Na tarde de 25 de julho, a Sonoscopia leva até às margens do Rio Tinto os concertos de Loup Uberto e Sunflowers e ainda uma oficina de eco-escuta.

 

O projeto concebido por Gisela JoãoOs Bordados da Berdadeira – vê a sua segunda fase de vida em julho. Depois das oficinas no mês passado, em que a artista explorou o bordado com Joana Caetano na Associação de Moradores da Pasteleira, o novo grupo de participantes, da Associação de Moradores da Bouça, envereda agora pelo crochet. Com mediação de Gisela João e de Lígia Beirão, a primeira oficina acontece já a 8 de julho. As pessoas interessadas poderão inscrever-se através de culturaemexpansao@agoraporto.pt.

 

 

O projeto que cruza o universo da banda desenhada com as culturas urbanas, o BD em Expansão, também arranca daqui a umas semanas. Neste projeto que parte da Bedeteca em colaboração com diferentes espaços, pretende-se que os participantes cruzem conhecimentos e experiências com ilustradores de BD, e que a partir daí construam coletivamente edições em banda desenhada e exposições. Este projeto estende-se durante três meses e a primeira sessão acontece no sábado, 4 de julho, no MXM Art Center.

 

 

Em jeito de rescaldo do Mundial, a Circolando apresenta, a 31 de julho, Fome de Bola, uma performance à volta do futsal construída com um grupo de jovens da Zona Oriental do Porto. Num processo que durou dois anos, cruzaram-se corpos com o som, a imagem e a escrita, refletindo sobre o que é fazer parte de uma equipa, o que significa perder um jogo ou dar a mão a quem marcou um golo na própria baliza.

 

 

As atividades para toda a família continuam a fazer parte do calendário, em julho. A Confederação convida todos para a Officina de Teatro de Papel. A 4 e 5 de julho, o grupo de inscritos poderá construir com as próprias mãos os elementos que compõem o espaço cénico – como o palco, a cenografia e as personagens – todo em papel.

 

O último workshop do Coletivo Arisca acontece no Parque da Pasteleira a 11 de julho. PAR-ÍM-PAR – Escrito em Pedra lança o mote sobre a importância da defesa dos direitos humanos e lança um desafio concreto: vamos todos criar um mural?

 

Toda a programação pode ser consultada, em detalhe, em https://www.culturaemexpansao.pt/.

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