Parque Desportivo de Ramalde

Em fevereiro de 2015, o Parque Desportivo de Ramalde (antigo INATEL) passou a ser gerido pela empresa municipal Ágora - Cultura e Desporto. O equipamento sofreu depois obras de requalificação, que envolveram um investimento de mais de 700 mil euros, e ficou dotado de uma pista de atletismo em tartan, com seis corredores e medidas oficiais (de acordo com as normas da Associação Internacional de Federações de Atletismo), e de um campo de relva sintética de última geração, homologado para a prática de futebol de 11 e de rugby (segundo as especificações da FIFA Pro e da World Rugby, respetivamente.) O complexo reabriu as portas em abril de 2017.


As obras, da responsabilidade da empresa municipal de Gestão de Obras Públicas (GOP), incluíram, ainda, quatro novas torres de iluminação com dois níveis de luminosidade (treino e competição), a instalação de um sistema de drenagem de águas de rega e pluviais, a substituição das redes de águas quentes e respetivas caldeiras, adaptando-as a gás natural, a reparação de caixilharias interiores e exteriores, assim como a requalificação dos balneários e intervenção nas zonas ajardinadas exteriores. A este investimento, com um valor global de 697 mil euros, juntou-se ainda uma verba próxima dos 55 mil euros, para a aquisição de material de atletismo.


O Parque Desportivo de Ramalde é utilizado por várias equipas da freguesia e da cidade, nomeadamente, pelas equipas de formação e de futebol feminino do Boavista Futebol Clube, aos escalões de formação e séniores do Ramaldense Futebol Clube, no caso do futebol; pelas equipas do Centro do Atletismo do Porto (CAP), Boavista e Associação de Atletismo do Porto, no caso do atletismo; e, no caso do rugby, pelas três equipas da cidade que atualmente se dedicam a esta modalidade: Sport Clube do Porto, CDUP e Escola de Rugby do Porto.


O parque tem também horários livres para utilização da população.


Situado na Rua do Dr. Aarão Lacerda, o Parque Desportivo de Ramalde ocupa uma área total de 55.100 metros quadrados, de acordo com um projeto datado dos finais dos anos 60 e da autoria do Arquiteto Alexandre Sousa. 


Na sequência de um protocolo assinado entre a autarquia e o Governo, em fevereiro de 2015, as instalações do equipamento foram cedidas à Câmara do Porto por um período de 20 anos, passando a sua gestão a ser assegurada pela empresa municipal Ágora - Cultura e Desporto E.M.. Após esta primeira intervenção, o objetivo da Câmara do Porto é avançar com a requalificação da envolvente, transformando-a num parque de fruição aberto à população.